QUEM SOMOS



Associação dos Amigos dos Autistas do Distrito Federal – AMA/DF, somos uma associação de caráter assistencial, beneficente, de duração indeterminada e sem fins econômicos, com sede e foro na cidade de Brasília–DF.

A associação tem por finalidade dar assistência, promover e incentivar pesquisas e estudos sobre os transtornos globais do desenvolvimento, bem como desenvolver programas de amparo, auxílio, adaptação, reabilitação, inclusão e integração social de pessoas com transtornos globais do desenvolvimento.

OBJETIVO GERAL




 1. Presidente: SEBASTIANA LEAL JACINTO
E-mail: tlealjacinto@mail.com

2. Vice Presidente: LUCIANO CHAVES PEREIRA
E-mail: toureg1974@hotmail.com

3. Diretora Administrativa: ROSÂNGELA MARY BREDA

4. Diretor Financeiro: AURELIANO CURCINO DOS SANTOS

5. Diretor Financeiro Adjunto: JOSE BRAULIO BRITO LOPES

6. Diretor Social: EUGENIO Giovanni Rodrigues Silva

E-mail: triunfobsb@hotmail.com


FINALIDADE DA AMA-DF.

Associação dos Amigos dos Autistas – AMA/DF, fundada em 7 de agosto de 2000, é uma associação de pais, construída para promover o atendimento a adolescentes, jovens e adultos portadores de Transtornos Globais do Desenvolvimento – TGD (autistas), através da parceria com entidades governamentais e não governamentais, envolvendo a alocação de recursos e materiais para realização de uma proposta global a este grupo de pessoas.

A primeira iniciativa neste sentido ocorreu em 1987, quando a Associação Terapêutica Educacional para Crianças Autistas – ASTECA e a Fundação Educacional do Distrito Federal – FEDF estabeleceram pioneira parceria entre Sociedade Civil e Estado, ao firmarem um convênio que propiciava assistência educacional especializada para esta população. Dois anos após, este convênio estendeu-se também à Fundação Hospitalar do Distrito Federal – FHDF, com a criação do Setor Terapêutico nas dependências do Instituto de Saúde Mental – ISM, localizado entre Riacho Fundo I e II.

Estes são marcos histórico em Brasília no cumprimento dos direitos constitucionais destas pessoas, quando atendidas eram de forma não especializada nas áreas educacional e da saúde. Na verdade tratava-se de criar alternativas de cuidados para os “mais diferentes dos diferentes”, pois não se encaixavam nos perfis conhecidos de retardo mental ou desorganização de personalidade. Tão peculiares em sua singularidade, eram expulsos de instituições sem que o Estado respondesse a suas necessidades especiais.

A união criativa de esforços entre instituições governamentais e associação de pais impulsionou o desenvolvimento de abordagens específicas de atendimento, determinando uma proposta de atenção global de caráter interdisciplinar na busca de contemplar todos os aspectos do desenvolvimento de seus usuários.

Estas crianças e jovens com grave desorganização da personalidade e severo transtorno do desenvolvimento determinam – para que sejam respeitados em sua condição de cidadãos – que caiam barreiras e se realizem trocas entre várias áreas de atuação. Eles concretizam a necessidade de interface entre educação e saúde em sua dimensão mais plena. Em sua singularidade representam um desafio para pais, profissionais envolvidos, comunidade e governantes.


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